Talleres

Abaixo está a Chamada em português

Convocatoria en español y portugués para participar en los Talleres de auto-capacitación colaborativa en análisis, diseño y promoción de actividades para la Erradicación del Racismo en la Educación Superior

La Iniciativa para la Erradicación del Racismo en la Educación Superior, una línea de trabajo de la Cátedra UNESCO Educación Superior y Pueblos Indígenas y Afrodescendientes en América Latina de la Universidad Nacional de Tres de Febrero, convoca a participar en sus  Talleres de auto-capacitación colaborativa en análisis, diseño y promoción de actividades para la Erradicación del Racismo en la Educación Superior.

    Los Talleres están dirigidos a estudiantes, docentes, funcionarios y otros trabajadores (de cualquier rango y posición) de Instituciones de Educación Superior (IES) de América Latina. Sesionarán a distancia, en la plataforma de UNTREF Virtual, organizados en dos aulas virtuales que trabajarán en simultáneo con un máximo de 30 participantes cada una. Tendrán formato multimedia y utilizarán videoconferencias, foros, videos y textos especialmente producidos.  

Costo: Se otorgarán becas de aranceles a todas/os las/los participantes cuyas postulaciones sean seleccionadas por un Jurado internacional de seis miembros (no pagarán costo alguno).

Fecha límite de recepción de postulaciones: 22 de mayo de 2019.

Idiomas de trabajo: español y portugués.

Cada uno de los Talleres tendrá una sesión por semana, durante 16 semanas consecutivas (15 de julio al 30 de octubre de 2019).

El trabajo en los Talleres se dedicará a:
1) Intercambiar ideas acerca de las formas de racismo (visibles y no-visibles) vigentes en las instituciones de Educación Superior de las/os participantes.
2) Analizar los principales factores y prácticas institucionales en que se sostienen.
3) Apoyar el diseño y realización de actividades que den mayor visibilidad a estos problemas y promuevan acciones concretas que contribuyan a superarlos.
4) Evaluar las acciones realizadas con el objeto de aprender de esas experiencias.

Cómo participar:
Para participar de los Talleres es necesario enviar un mensaje de correo electrónico a educacionsuperiorcontraelracismo@untref.edu.ar en el que se indiquen los siguientes datos:
* Nombre y apellido del/la postulante.
*  IES de pertenencia (puede ser una universidad u otro tipo de IES).
*  País de residencia.
*  Rol/condición dentro de la IES (Estudiante, docente, funcionario/no-docente).
*  Dirección electrónica.
*  Número en watsapp.
El mensaje debe incluir también los siguientes anexos:
Anexo nro. 1: Carta de interés exponiendo porqué le interesa participar en los talleres (Formato libre. Extensión máxima: 250 palabras).

Anexo nro. 2: Descripción breve del tipo de actividad que se propone llevar adelante en su propia IES, en el período de duración de los talleres, viabilidad de la misma y qué espera lograr con ella (Formato libre. Extensión máxima: 350 palabras).

Anexo nro.3: Breve nota biográfica en la que incluya la información personal  y/o académica que considere relevante para los objetivos de los talleres (Formato libre. Extensión máxima: 250 palabras).

Anexo nro. 4: Carta/s de referencia y/o apoyo de asociaciones, organizaciones o unidades de las respectivas IES (mínimo 1 carta, máximo 3 cartas).

Equipo docente: Dra. Anny Ocoró Loango (UNTREF-CONICET), Dra. Elizabeth Castillo (UniCauca, Colombia); Dr. Sergio Enrique Hernández Loeza (UCIRed, México); Dr. Wagner  do Amaral (UEL, Brasil)

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PREGUNTAS FRECUENTES:
¿Las cartas de referencia que se deben anexar tienen que ser de una organización ?  ¿Qué tipo de organizaciones son las que deben de proporcionarme una carta de referencia?

RESPUESTAS
Las cartas deben ser de asociaciones, organizaciones o unidades de las respectivas IES.
Las cartas, por ejemplo, pueden ser de Centros y/o asociaciones de estudiantes, asociaciones  de docentes, no-docentes u otras/os trabajadoras/es de las IES, grupos culturales, unidades de las IES (departamentos, carrreras, institutos, centros, cátedras, unidades de Extensión universitaria, unidades de Bienestar Estudiantil, etc), diarios, televisoras y  radios universitarias,  y cualquier otra que pueda y desee apoyar el desarrollo de acciones concretas para la erradicación del racismo en las universidades u otras IES.

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Chamada de candidaturas para participar nas Oficinas de auto-capacitação colaborativa sobre análise, proposta e promoção de atividades para a Erradicação do Racismo na Educação Superior


As Oficinas de auto-capacitação colaborativa sobre análise, proposta e promoção de atividades para a Erradicação do Racismo na Educação Superior fazem parte das atividades da Iniciativa para a Erradicação do Racismo na Educação Superior, uma linha de trabalho da Cátedra UNESCO Educação Superior e Povos Indígenas e Afrodescendentes na América Latina, que conta com o apoio do Programa de Participação da UNESCO.

Objetivo
Facilitar a auto-capacitação colaborativa das/os participantes das oficinas para identificar as formas de racismo (visíveis e não visíveis) existentes nas suas próprias Instituições de Educação Superior (com ênfase - não excludente - naquelas que afetam pessoas e comunidades de povos indígenas e afrodescendentes), analisar os principais fatores e práticas institucionais em que se sustentam, desenhar atividades que dêem maior visibilidade a esses problemas, e promover ações concretas que contribuem para superá-los *1.

Importante: O objetivo das oficinas não é formar especialistas no tema, mas sim, estimular e facilitar a capacidade de desenvolver ações concretas que contribuam para a erradicação do racismo no âmbito da Educação Superior.

Dirigidos a: Estudantes, docentes, funcionários e outros trabalhadores (de qualquer função e posição) de Instituições de Educação Superior (IES) da América Latina.

Modalidade de trabalho:
    • As Oficinas serão realizadas à distância, pela plataforma UNTREF Virtual. Elas terão formato multimídia. Serão utilizadas videoconferências, fóruns, vídeos e textos especialmente produzidos.
    • Serão oferecidas 2 Oficinas, as quais se realizarão simultaneamente.
    • Cada uma das Oficinas terá uma sessão por semana, durante 16 semanas consecutivas (15 de julho a 30 de outubro de 2019).
    • Cada uma das Oficinas será desenvolvida em uma sala virtual, sendo coordenada por dois facilitadores.
    • A capacidade máxima em cada Oficina será de 30 participantes.
    • O trabalho nas Oficinas será dedicado a:
    1) Intercambiar ideias sobre as formas de racismo (visíveis e não visíveis) existentes nas instituições de Educação Superior das/os participantes.
    2) Analisar os principais fatores e práticas institucionais em que eles se sustentam.
    3) Apoiar a concepção e realização de atividades que dêem maior visibilidade a esses problemas e promovam ações concretas que contribuam para superá-los.
    4) Avaliar as ações realizadas com a finalidade de aprender com essas experiências.

Idiomas de trabalho: espanhol e português.

Período de trabalho: 15 de julho a 30 de outubro de 2019 (16 sessões consecutivas, sendo uma por semana).

Período de recepção de candidaturas para participar das Oficinas: 22 de abril a 22 de maio de 2019 em: educacionsuperiorcontraelracismo@untref.edu.ar.

Custo: Serão concedidas isenção de taxas a todas/os as/os participantes cujas candidaturas forem selecionadas por um júri internacional constituído por seis membros.

Seleção das/os participantes:

    • A seleção das/os participantes será realizada por um Júri Internacional de seis membros, que avaliará somente as candidaturas que estiverem completas, recebidas até 22 de maio de 2019.

    • A seleção feita pelo Júri será definitiva e inapelável.

    • Somente serão aceitas candidaturas individuais (não serão aceitas candidaturas apresentadas por duas ou mais pessoas).

    • Somente serão aceitas as candidaturas que estiverem completas; isto é, as que incluírem todas as informações e anexos requeridos em um único envio por e-mail.

    • Os nomes e as IES de vinculação das pessoas selecionadas serão publicados no site da Iniciativa para a Erradicação do Racismo no Ensino Superior em 20 de junho de 2019.

    • As pessoas selecionadas deverão enviar uma mensagem eletrônica confirmando sua participação até o dia 25 de junho e realizar a capacitação para uso do campus Virtual UNTREF (2hs de duração) até o dia 1º de julho.

    • As candidaturas devem ser enviadas para: educacionsuperiorcontraelracismo@untref.edu.ar

    • Para serem consideradas pelo Júri, as candidaturas devem incluir todas as informações e anexos detalhados abaixo:

1) Mensagem de e-mail na qual devem ser registradas as seguintes informações:
*  Nome e sobrenome da/o solicitante.
*  IES da qual está vinculada/o (pode ser uma universidade ou outro tipo de IES).
*  País de residência.
*  Papel / função dentro da IES (Estudante, professor/a, funcionário/não docente).
*  Endereço eletrônico.
*  Número no WhatsApp.

2) Anexo n. 1: Carta de interesse expondo suas intenções em participar das oficinas (Formato livre. Extensão máxima: 250 palavras).

3) Anexo n. 2: Breve descrição do tipo de atividade que se propõe realizar em sua própria IES, no período de duração das oficinas, viabilidade da mesma e o que espera alcançar com ela (Formato livre. Extensão máxima: 350 palavras).

4) Anexo n. 3: Breve nota biográfica em que se inclua informação pessoal e/ou acadêmica que considere relevante para os objetivos das oficinas (Formato livre. Extensão máxima: 250 palavras).

5) Anexo n. 4: Carta de referência e/ou apoio de associações, organizações ou unidades das respectivas IES (mínimo de 1 carta, máximo de 3 cartas).

 

PERGUNTA FREQUENTE:
As cartas de referência necessárias para anexar devem ser de uma organização? Que tipo de organizações são as que devem  proporcionar uma carta de referência?

RESPOSTA:
As cartas devem ser de associações, organizações ou unidades da respectiva IES.
As cartas, por exemplo, podem ser de Centros e / ou associações de estudantes, associações de professores, não professores ou outros trabalhadores de IES, grupos culturais, unidades de IES (departamentos, carreiras, institutos, centros), Cátedras, Unidades de Extensão Universitária, Unidades de Bem-Estar Estudantil, etc.), jornais, rádios universitárias e de televisão e qualquer outra que possa e deseje apoiar o desenvolvimento de ações concretas para a erradicação do racismo em universidades ou outras IES.

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NOTA
1. Objetivos da Iniciativa para a Erradicação do Racismo na Educação Superior:

Objetivo Geral: Contribuir para erradicar todas as formas (visíveis e não visíveis) de racismo na Educação Superior, com ênfase - não excludente - naquelas que afetam pessoas e comunidades de povos indígenas e afrodescendentes.

Objetivos específicos:
    1) Alcançar avanços efetivos na adoção de políticas e programas de Educação Superior (ES) e indicadores de avaliação de carreiras e Instituições de Educação Superior (IES), orientados por critérios de qualidade com relevância local e valorização da diversidade cultural.

    2) Fortalecer e promover políticas e programas de inclusão na ES que respondam às necessidades e demandas dos povos indígenas e afrodescendentes e de outros setores ou grupos sociais discriminados.

    3) Alcançar avanços efetivos no fortalecimento e na criação de carreiras, cátedras, seminários, cursos e outras oportunidades de formação que respondam às necessidades e demandas dos povos indígenas e afrodescendentes e outros setores ou grupos sociais discriminados, com especial atenção às suas frequentes demandas de formação de professores bilíngues interculturais para todos os níveis dos sistemas educativos, e de técnicos e profissionais em saúde intercultural e no desenvolvimento local com identidade (sócio-ambientalmente sustentável).

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Equipo docente: Dra. Anny Ocoró Loango (UNTREF-CONICET), Dra. Elizabeth Castillo (UniCauca, Colombia); Dr. Sergio Enrique Hernández Loeza (UCIRed, México); Dr. Wagner do Amaral (UEL, Brasil)

Breve información sobre las/os facilitadoras/es:

Anny Ocoró Loango: Doctora en Ciencias Sociales por la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO – Argentina). Integra el equipo de investigación de la Cátedra UNESCO y del Programa Educación Superior y Pueblos Indígenas y Afrodescendientes en América Latina (ESIAL) de la Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF) y es becaria posdoctoral del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET). En ese marco desarrolla la investigación “Configuraciones de las políticas de acción afirmativa para afrodescendientes. Un estudio comparativo del acceso, permanencia y exitosa graduación de la población negra en tres universidades colombianas”. Es presidenta de la Asociación de Investigadores Afrolatinoamericanos y del Caribe (AINALC). Ha publicado artículos sobre afrodescendientes y políticas educativas con perspectiva étnico–racial en América Latina, en reconocidas revistas académicas. Formó parte del equipo de investigación encargado de realizar el estudio y propuestas para el Eje Temático Educación Superior, Diversidad Cultural e Interculturalidad de la Conferencia Regional de Educación Superior (CRES 2018), en ese marco preparó -en coautoría- el capítulo de libro: “Educación Superior y Pueblos Afrodescendientes en América Latina” UNESCO – IESALC/ Universidad Nacional del Córdoba, coordinado por el Dr. Daniel Mato. Actualmente también se desempeña como docente de grado y posgrado en la Universidad del Salvador, Buenos Aires, Argentina.

Elizabeth Castillo Guzmán: Profesora titular de la Universidad del Cauca y coordinadora del Centro de Memorias Étnicas. Psicóloga de la Universidad Nacional de Colombia (1993) donde obtuvo Grado Meritorio por su Tesis “Procesos de socialización política en el Consejo Regional Indígena del Cauca CRIC”. Magistra en Psicología Social de la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá (1999). Con estudios de Maestría en Teorías Críticas del Derecho de la Universidad Internacional de Andalucía- España (1997) y Doctorante en el Programa Historia de la Educación de la UNED España. Profesora e investigadora en la Universidad de Los Andes (1997-2001). Becaria del Programa Jóvenes Investigadores de Colciencias (1997-1998). Sus investigaciones se inscriben en el ámbito de la historia de la educación, las Otras educaciones, el racismo en el sistema educativo, educación inicial y diferencia cultural, formación docente, políticas educativas e interculturalidad. Algunas de sus publicaciones más recientes: “21 voces sobre la historia de la Educación en Colombia” (2018); “La Etnoeducación Afrocolombiana una apuesta para la paz” (2017), “Indígenas y afrodescendientes. Ausentes e invisibles en la política de la educación inicial colombiana” (2017) “Niñez y racismo en Colombia. Representaciones de la afrocolombianidad en los textos de la educación inicial” (2016); “La Etnoeducación Afropacífica y las Pedagogías de la Dignificación” (2016); “Interculturalidad y justicia cognitiva en la universidad colombiana” (2016); “La interculturalidad ¿principio o fin de la utopía?” (2015); “Educación y afrodescendencia en Colombia. Trazos de una causa histórica” (2015); “Las batallas contra el racismo epistémico de la escuela colombiana. Un acontecimiento de pedagogías insumisas” (2015); “Pedagogía comunitaria y maestros comunitarios indígenas” (2014).

Sergio Enrique Hernández Loeza: Antropólogo Social por la Benemérita Universidad Autónoma de Puebla (BUAP), Maestro en Ciencias Sociales con Especialidad en Desarrollo Municipal por El Colegio Mexiquense A. C. y Doctor en Estudios Latinoamericanos por la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Ha sido profesor de la Universidad del Desarrollo del Estado de Puebla (UNIDES) y de la Universidad Intercultural del Estado de Puebla (UIEP), así como Consultor Académico del Instituto Internacional de la Unesco para la Educación Superior en América Latina y el Caribe (UNESCO-IESALC), como parte del equipo a cargo del Eje Temático “Educación Superior, diversidad cultural e interculturalidad en América Latina” de la III Conferencia Regional de Educación Superior (CRES 2018). Desde 2015 es colaborador del Centro de Estudios Superiores Indígenas Kgoyom (CESIK, bachillerato comunitario impulsado por la Organización Independiente Totonaca). En 2017 inició labores como Coordinador de la Maestría en Pedagogía del Sujeto y Práctica Educativa de la Universidad Campesina Indígena en Red (UCIRED). Cuenta con diversas publicaciones en temas relacionados a sus líneas de investigación: educación superior intercultural, etnoterritorialidad totonaca y derechos indígenas.

Wagner Roberto do Amaral: Graduado em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Mestre em Educação com ênfase em Políticas Educacionais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Doutor em Educação com ênfase em Educação, Escola e Cultura pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pós-Doutorado em Estudos Interculturais pela Universidade Veracruzana (UV-México). Professor associado do Departamento de Serviço Social e docente pesquisador do Programa de Pós- Graduação em Serviço Social e Política Social da Universidade Estadual de Londrina. Possui experiência na área de Educação, com ênfase em Políticas Públicas Educacionais no Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: educação popular, alfabetização e educação de jovens e adultos, educação escolar indígena, educação superior indígena, diversidade cultural, território, políticas sociais e direitos sociais. Atuou como Coordenador do Projeto Educação Reviver Indígena de Alfabetização de Jovens e Adultos Kaingang e Guarani (1997- 2000) e como Coordenador Político-Pedagógico da Associação Projeto Educação do Assalariado Rural Temporário - APEART (2000-2004). Atuou ainda como Coordenador Estadual de Alfabetização de Jovens, Adultos e Idosos e como Chefe do Departamento da Diversidade na Secretaria de Estado da Educação do Paraná (2004-2010) conduzindo as políticas de Educação Escolar Indígena, Educação do Campo, Educação das Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, Gênero e Diversidade Sexual e Alfabetização de Jovens Adultos e Idosos. Desde 2002 é membro participante do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gestão de Políticas Sociais da UEL e membro da Comissão Universidade para os Índios (CUIA) do Paraná. Desenvolve pesquisas e produção acadêmica com ênfase nas trajetórias de acadêmicos e profissionais indígenas formados pelas Universidades Estaduais do Paraná e a constituição de circuitos de trabalho indígena. Possui domínio e proficiência na língua portuguesa vernácula e na língua espanhola, sendo palestrante e conferencista em eventos em países latino-americanos e na Espanha.